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IV SEMINÁRIO DO DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA

 

Participe do Seminário do Dia Nacional da Consciência Negra.

Discutir sobre a mulher já nos remete a uma analise pautada em um discurso condicionalista que a sociedade brasileira estabeleceu a partir do pensamento paternalista que estratifica e subalterniza a mulher na sociedade.

“Historicamente em nossa sociedade a mulher sempre foi vista como um ser frágil e dependente do seu companheiro, onde o gênero feminino, continua até os dias de hoje, sendo discriminado, independemente de sua cor”.(BARRETO, 2015).

Nesse período em que o homem sempre se encontrou no poder dominando e liderando, restando às mulheres somente as obrigações para os afazeres domésticos, procriação e cuidados com os filhos.

Sabe-se que por décadas os movimentos de fuga, insurgência e libertação independentes já eram quase que incontroláveis. As mulheres amas de leite, mucamas e negras de ganho desempenharam um papel importantíssimo na transmissão dos saberes, no cuidado com os quilombos e também na luta armada como Luísa Mahin, Teresa de Benguela e Dandara.

Essas mulheres, assim como outras de quem não se tem se quer registros, contribuíram com o processo de libertação que já era iminente quando foram assinados os papéis que institucionalizaram a falsa abolição. Falsa sim, porque a liberdade “concedida” pelos governantes relegou à população negra, sobretudo para a mulher negra um status de não-cidadania e à sua permanência numa condição de não humanidade que persistem até hoje.

Pois a situação da mulher negra é norteada por um contexto histórico de exploração sexual, violência e não permissão do exercício de sua liberdade plena. Os anos passaram, mas a submissão ainda existe e relega seu papel a empregos desvalorizados, altos índices de prostituição, condições precárias de saúde e educaçãosão ouvidos pelas periferias e ruas do nosso país que forjou uma “liberdade” que nada mais é que uma miragem que está muito longe de ser conquistada em sua plenitude.

2. OBJETIVOS

2.1 Objetivo Geral

Realizar uma abordagem no universo das relações da mulher negra no panorama social, cultural e político brasileiro resignificando a valorização dos saberes e lutas como fator de resistência, liberdade e cidadania.

2.2 Objetivos Específicos

üIntegrar as áreas afins de conhecimento;

üDespertar a analise e reflexão dos educandos e participantes do evento;

üProporcionar aos alunos oportunidades para questionar, criticar e opinar em relação ao tema apresentado;

üFortalecer a formação de cidadãos conscientes e críticos de suas potencialidades e conhecedores de sua própria história;

üDiscutir sobre a importância da mulher negra no panorama nacional brasileiro como agente agregador de valores e saberes, transitando por discussões que possa desmistificar a imagem distorcida e deturpada da mulher negra permitindo sua visibilidade na sociedade brasileira.

3. PROGRAMAÇÃO

11/11/2015

Apresentação de palestras 

Local -  Salas de aula - 19h:15 ás 20:40 hs

Encerramento das atividades com apresentação da Banda Afro Akomabu

Local - Auditório do IESF 21h:00 às 21:40h

12/11/2015

Apresentação de Oficinas

Local -  Salas de aula - 19h:30 ás 21h:00

4. INSCRIÇÃO

Valor: R$ 10,00(dez) reais

 

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